ADOÇÃO: Pet shops do bem

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

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Comerciantes de São Paulo deixam de vender animais, promovem a adoção e aumentam o faturamento!

O drama da venda de filhotes e suas graves conseqüências já foi abordado no Notícias da ARCA pela série de reportagens “Filhotes S.A.”. Entre os desdobramentos da movimentação iniciada pela ARCA Brasil está a criação de uma lei que obriga que o animal vendido seja castrado. Embora pouco efetiva pela falta de fiscalização, a legislação é um documento de cobrança na mão das protetoras de animais e, graças à insistência delas, um cenário que parecia estático, pode começar a mudar.

Há seis anos Carlos Barreto deixou o mercado financeiro e montou o pet shop Mercearia do Animal no bairro de Pinheiros, em São Paulo. Nesse meio tempo – muitas vezes atendendo ao apelo de crianças que pediam um mascote aos pais – vendeu em média 12 filhotes por mês. Desde janeiro de 2009, no entanto, Barreto decidiu dar uma reviravolta: parou de vender bichos e passou a promover uma ferinha de adoções de animais carentes. E percebeu que o negócio valia à pena.

Da água para o vinho

O motivo da mudança de filosofia tem nome e endereço. Tudo começou quando a protetora de animais independente Izolina Ribeiro se mudou para a região. “Comecei a freqüentar o pet shop para comprar a ração dos meus gatos e reparei que vendiam filhotes irregularmente. Toda vez que ia lá, falava na lei que regula o comércio, levava materiais, etc.. quando notei um painel com anúncios de protetores doando bichos, percebi que nem tudo estava perdido”, ela conta.

Carlos, por seu lado, já abria seus olhos para o problema do abandono. “Andando pela periferia de São Paulo e no litoral sempre percebi a quantidade de animais abandonados nas ruas. Aos poucos conheci o trabalho realizado por protetores e percebi que o problema era bem maior do que pensava”, revela o empresário. De acordo com ele, a venda de filhotes representava um percentual pequeno do faturamento de suas duas lojas (a segunda fica no Jardim Europa).

Foi depois de uma conversa mais séria entre Izolina e o dono da loja que a transformação aconteceu. Logo após reparar que a vitrine onde ficavam os filhotes estava ocupada só com caminhas e acessórios, chegou a boa notícia: “Isabel Carballo, uma protetora independente, me disse que ia começar a doar seus animais lá e que a Gazeta de Pinheiros iria apoiar a iniciativa”, relembra.

“Marketing do Bem” - Um ótimo negócio para todosO Pet Smart, maior rede de pet shops do mundo, não vende cães e gatos e já promoveu mais de quatro milhões de adoções. As lojas têm espaços especiais para adoção de animais de entidades ligadas à Humane Society of United States (HSUS). “Cada vez mais os donos de clinicas e pet Shops se solidarizam com o trabalho das protetoras e com o problema do abandono. Os bichos doados trazem novos clientes e o prestigio de um lugar que realiza uma função social. Todos saem ganhando: A loja, nós os protetores, que temos um lugar para doar os animais resgatados e, claro, a bicharada!”, comemora Isabel Carballo, designer gráfica, protetora independente e uma das organizadoras da feira em pinheiros.

Carlos, o dono do pet shop, também está feliz com a mudança. “As feiras de adoção atraem pessoas para a loja, mas esse não é o objetivo e sim estimular a adoção consciente. Fico muito gratificado e ressalto o maravilhoso trabalho realizado pelas protetoras e ongs. Sem eles nada disso seria possível”, completa. Já Izolina, enfatiza o ineditismo da atitude, para ela um grande exemplo: “A feira ainda é recente, mas deve ser incrementada ao longo desse ano porque o local é ótimo. Para todos nós é um tremendo caso de sucesso que muitos pet shops poderiam copiar. É um excelente modelo de marketing do bem.”, diz.

No mesmo caminho, a administradora de empresas Andréia D’Oliveira, do grupo Adote um Focinho Carente desde novembro mudou o jeito de pensar de dois pet shops na zona norte de São Paulo, o Consulado da Ração (que antes comercializava bichos) e o Praticão. “Usei a cara e coragem e fui pedir o espaço para fazer a feira de adoção. Eles nunca haviam feito e disseram que poderíamos tentar. Montamos tudo, grades, tenda e ao término, deixamos tudo limpinho. Eles gostaram porque as pessoas que adotam, entram no pet e compram o enxoval, gerando vendas”, ela conta.

Serviço

Feira de Adoção da Mercearia do Animal - Unidade PinheirosQuando: aos sábados no pet shop (Rua dos Pinheiros, nº 439), com uma edição mensal na Gazeta de Pinheiros, na mesma rua (nº 423).Todos os animais da feira são doados já castrados, vacinados e vermifugados. A taxa de adoção é de R$: 20,00. Mais informações: Isabel Carballo (bel.car@uol.com.br) ou Patricia Beneduce (pat_beneduce@hotmail.com).

Feira de Adoção Adote um Focinho CarenteQuando: datas variadas.Locais: Consulado da Ração (Av. Nova Cantareira, 3470 – Tucuruvi), Praticão (Pça Mariquinha Sciascia, 45 – Tremembé) e outros pet shops da região norte.Todos os animais da feira são doados já castrados, vacinados e vermifugados. A taxa de adoção é 1 Kg de ração. Mais informações: Andréia D’Oliveira (adoteumfocinhocarente@gmail.com e http://adoteumfocinhocarente.blogspot.com).

Obs.: Nenhuma das protetoras citadas na matéria tem abrigos e podem aceitar animais abandonados. Todas trabalham sob o sistema de Lares Transitórios

Participe! Você conhece um pet shop que não venda animais e promova a adoção de bichos já castrados, vacinados e vermifugados? Utilize o espaço de comentários para contar sua história!

FONTE: ARCA BRASIL!

Qual a verdadeira necessidade do gato ter “vida livre”?

terça-feira, 16 de novembro de 2010

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Especialista em felinos explica as vantagens e desvantagem de deixar os bichanos soltos



Manter os gatos dentro de casa ou permitir que eles saiam de vez em quando? Essa é uma questão polêmica. Devemos considerar os riscos que um animal corre quando tem acesso às ruas: atropelamentos, envenenamentos e brigas com outros felinos, tanto por comida quanto por fêmeas no cio, são os principais problemas.


O confronto com outros felinos, por exemplo, favorece o aparecimento de feridas e unhadas, que são as formas de transmissão de muitas doenças que não têm cura, como o FIV (vírus da imunodeficiência felina) e o FLV (vírus da leucemia felina). Outro problema bastante comum é a infestação por ectoparasitas como pulgas, carrapatos, piolhos e sarnas e ainda a temida esporotricose, que é uma zoonose importante.


A domesticação do felino fez com que muitos de seus hábitos fossem adaptados à vida em ambientes internos. O gato passou a gostar da companhia do homem, das brincadeiras com bolinhas de papel, de dormir no colo e até mesmo brincar com os outros animais da casa. O bichano sente-se seguro em seu lar, onde está livre de predadores em potencial.


Mesmo assim, ele não perdeu a essência da vida selvagem: ele continua se protegendo de outros animais. Não são raras as ocasiões em que os gatos se escondem debaixo da cama e dentro do armário. Ou ainda sobem em prateleiras e ficam observando o “movimento” da casa. E quando inventam de desaparecer, ninguém consegue encontrá-los! Mas, de repente, reaparecem do nada com aquele bocejar, como se dissessem: “o que aconteceu?!?!!?”


Dessa forma podemos ver que os felinos não são infelizes e deprimidos por viverem reclusos em seus lares. Eles têm o carinho e a companhia do homem além de um ambiente seguro para viverem.

FONTE: PETMAG

Parvovirose canina: proteja seu cachorro da doença

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

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Os animais infectados apresentam diarreia com jatos de sangue, desidratação e vômito, podendo chegar à óbito em poucos dias
Donos de cães jovens e filhotes devem manter a atenção redobrada com a vacinação de seus animais. Isso porque como seu sistema imunológico ainda não está 100% desenvolvido, eles ficam ainda mais susceptíveis a contrair doenças, muitas delas, fatais. Uma das viroses mais contagiosas é a parvovirose canina, que ataca principalmente o sistema digestivo dos peludos.
De acordo com o dr. Mário Marcondes, diretor clínico do Hospital Veterinário Sena Madureira, o contágio acontece quando o cão entra em contato com as fezes de animais contaminados, podendo levá-lo, inclusive, à óbito em poucos dias. “O animal apresenta um quadro grave de vômito, desidratação e diarreia, muitas vezes, com sangue e em jatos”.
Segundo o veterinário, para tratar a doença é recomendada a fluidoterapia para controlar a desidratação e corrigir o Ph sanguíneo, sendo necessária a internação do animal em uma unidade de terapia intensiva (UTI). É indicado ainda o uso de medicação para cessar o vômito e proteger a mucosa intestinal.
Uma vez curado o cãozinho volta a ganhar peso e não apresenta sequelas, sendo a vacinação a única forma de prevenção do problema. Recomenda-se que o filhote receba a primeira dose da vacina contra a parvovirose canina 15 dias após o desmame. A dose precisa ser repetida mais duas vezes, depois de 30 e 45 dias, além de anualmente após adulto.
Vale lembrar que o vírus da doença é extremamente resistente, podendo permanecer no ambiente por até um ano, portanto, tanto a vacinação do animal recuperado quanto a desinfecção da residência são recomendados. Caso o pet venha a óbito não é recomendado que o dono adquira um filhote ou cachorro jovem até que a casa esteja totalmente livre do vírus.
Fonte: PetMag

Adote o gatinho Aramis

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

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- Macho- Preto e branco

- Pelagem curta

- Nascimento aproximado: agosto de 2010

- Resgatado em outubro de 2010


Me adota vai? Sou castrado, vacinado, vermifugado!
Mande um e-mail para:

Cão perdido!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

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Adote a gatinha siamesa!

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

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Gatinha siamesa, aproximadamente 1 ano, castrada, super tranquila.

Resgatada da rua, está um pouco doentinha, mas sendo tratada: em poucos dias estará pronta para habitar as almofadas da sua casa.

Quem conhece, sabe: gatos não dão trabalho algum, mas enchem de charme e beleza a casa e a vida de quem os compreende.É
em São Paulo.

Faça contato, nós a levaremos até você

oscaesdoparque@gmail.com

ME ADOTA???

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

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MORTADELA




Essa linda amarelinha é uma graça, faz até pose para tirar fotos... ela tem muito amor para dar e só precisa de um lar. Já está castrada e vacinada.














Se você gostou dela, escreva para:


adote@patinhasonline.com.br